.

" Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento".
(Albert Eisten)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Em Aracaju - Uma experiencia BDSM e sua evolução - Parte 05






Este é mais poste do meu brinquedo de Aracaju, foi um dia bem legal, eu não gosto de Sissy, nunca tive nenhuma, só vou conseguir escrever a história por que tirei várias fotos com a sequencia do que por que estas fotos já tem quase 2 meses, mas como foi um dia interessante eu quis compartilhar.
Eu ganhei esta roupinha de empregadinha da minha amiga Rainha Frágil, usei algumas vezes apenas, usei? Palavra correta, coloquei apenas algumas vezes em meus brinquedos. E o luke, ficou lindo com ela, meio desajeitado, mas compensava, por que é um bom sub. 
Claro que eu fiz algumas pequenas torturas, uma delas foi a hora do almoço, acredita que ele não gosta de abobora? É tão delicioso, e nem foi de propósito mas o almoço daquele dia foi creme de abóbora, geralmente sub não tem sorte mesmo, e o melhor foi como ele comeu, de 4, sem poder colocar as mão no prato, e não podia deixar nada no prato, teria que lamber até ficar limpíssimo, e foi o que ele fez, o que me deixou bem orgulhosa, mas também se ele não comesse a surra seria grande, e também iria ficar com fome, pois eu não deixaria ele comer, nem beber mais nada.
Depois do almoço, relaxamos e fomos ver um filme, bateu um soninho, que fui dormir um pouco, claro que ele foi para o chão do lado da minha cama, ele não dormiu, mas eu também só dei um cochilo. Foi um dia excelente.








sexta-feira, 5 de julho de 2019

Em Aracaju - Uma experiencia BDSM e sua evolução - Parte 04

Era uma terça-feira, chamei a Eva para uma brincadeira, mandei meu brinquedo vir, era para ser um fim de dia divertindo, chegamos todos quase juntos em casa, pois todos viríamos direto do trabalho ou curso, mas no final ela não podia brincar, o motivo do encontro era para nós duas usarmos o meu brinquedo, o que não aconteceu. 
Então aproveitamos para jogar conversa fora, enquanto meu brinquedo luke, fazia nosso jantar, ele não é bom da cozinha, e tive que dar orientações e assistência, mas ele até que se saiu muito bem, não queimou nada, e serviu nosso tira-gosto, ele foi a nossa mesinha de centro. e batemos um bom papo juntas. E acabou sendo divertido. 


sábado, 18 de maio de 2019

Em Aracaju - Uma experiencia BDSM e sua evolução - Parte 03


 Pronto, já era o terceiro encontro, a tensão da primeira vez tinha passado, como tinha se passado pouco mais de uma semana, a pele dele já tinha sarado, descobri outra coisa que ele não gosta, que para o azar dele é uma que eu adoro, CBT, eu adoro amarrar as bolas, bem separadas, amarrar o pênis, e desta vez, eu o amarrei na coleira, assim, ficaria vem interessante e iria incomodar muito mais, por que aliviar se posso piorar, ver em sua face o incomodo, me agrada, principalmente quando o sofrimento fica exposto em todas as expressões faciais e corporais.

Para ele é algo novo, pois além de não ter experiencias, física, também não tem emocionais, ainda mais que entrou no meio por curiosidade, e depois que vislumbrou todas sensações que poderia ter, gostou. Ele estava me devendo 34 chicotadas, por causa de um jogo interno nosso, então eu dei uma opção de como eu aplicaria o castigo. Que poderia ser amarrado, ou solto, ele me perguntou qual era a diferença, e eu disse, que iria doer, ele iria se contorcer demais, e ele poderia virar de uma vez, na hora que eu tivesse aplicando o castigo, e poderia pegar em lugares mais sensíveis, tipos saco, pênis, lateral do corpo, e bem amarrado o risco seria menor. O que eu não menti, vc se tiver que responder alguma questão nunca minta, mas não disse que depois de amarrado, seria difícil eu não finalizar o castigo, e foi o que aconteceu, claro que eu não bati nele com a força do braço, só fiz isso poucas vezes, e em quem realmente aguentaria isso.
Então amarrei seus punhos, amarrei uma corda na outra para ficar maior, deitei ele na cama, passei a corda por debaixo da cama, e com esta mesma corda eu amarrei suas pernas na altura dos joelhos, ficou bem firme, pois ficou difícil de ele se virar, depois dele amarrado bem devagar, subi sua blusa, desci sua cueca, até a corda, alisei sua bela bunda, esperei um tempinho, pois a pequena espera antes do castigo, é tão agoniante e tão satisfatória para mim do que o próprio castigo, eu gosto destas pequenas torturas, elas também me divertem.
 Peguei o chicote, ele é feito de cabos de fones de ouvido, amarrados em uma palmatória, o melhor dele é que não assusta com o olhar, parece quase inofensivo.
Apliquei a primeira, esperei ele sentir, sua respiração parou, mas após a segunda, ele segurou, depois de algumas eu perguntei, quantas foram? Ele não sabia, então fiz ele iniciar a contagem de cada chicotada, e a medida que ia aumentando ele ia se contorcendo, mas estava amarrado e não tinha como fugir, seus cabelo voavam junto com o movimento do seu corpo e cabeça, quando eu acabei, ele respirou fundo, estava tão lindo que quis tirar fotos, ele pediu para ver, eu gostou tanto do efeito como eu gosto, eu acho que ele não gosta da dor, mas a beleza das marcas o encanta, tanto quanto eu, só que eu ainda gosto da textura das marcas, e também da temperatura da pele. Ele disse posta no grupo, meu brinquedo também é exibicionista.
depois de tudo claro que teve um momento de calmaria, alguns afazeres, mas no final do dia, eu lembrei de uma coisa, as velas que tinha comprado. Queria fazer um salto com velas, que ficou bem interessante, amarrei uma corda na porta da copa, e falei segura na corda pois ficará cansado. e coloquei duas velas acesas abaixo dos pés dele. Ficou tão lindo! E eu fui bem boazinha,, pois deixei ele pouco tempo nesta posição.






segunda-feira, 13 de maio de 2019

Em Aracaju - Uma experiencia BDSM e sua evolução - Parte 02


Bem, não sei quantas partes terão esta história, mas vou contando a medida que acontece, claro que com um pequeno atraso, entre os acontecimentos e as postagens, mas a vida de gente normal é assim, com grandes paradas para trabalho, família e amigos.

Bem a primeira play com ele, foi interessante, comecei pela podolatria, que eu adoro, eu realmente gosto de podolatria, é algo que me excita, mas como ele não é podo, e hoje eu sei que ele odeia fazer, tudo era muito ruim, pois ele pegava com muita força nos meus pés, as massagens eram pesadas, e não beijava ou lambia direito, hoje está bem melhor, ele está aprendendo, mas neste dia não foi bom.

como nem tudo é 100% bom ou ruim, amarrá-lo é uma coisa que me dá prazer, pois também é uma coisa que ele gosta muito, deixar sua linda bunda a mostra também, usar uma palmatória nela foi melhor ainda, pois ela aumenta a temperatura da pele e a deixa lindamente vermelha, uma cor que eu adoro na pele.

E convenhamos isso realmente me deixa com vontade de brincar, cada vez mais, tanto que resolvi fazer ele experimentar, o gancho, lindo de aço inox, apesar da bolinha ser pequena, teve uma pequena dificuldade para entrar, talvez por ser a primeira vez, que foi colocado algo maior que um fio terra, mas ele ficou relaxado. Então não tive grandes dificuldades para colocar.


Uma coisa natural dele, e a maneira de servir, claro que ele é meio destrambelhado, mas o jeito meio perdido, também deixa ele doce, pois ele quer fazer e de vez em quando erra.

O que também deixa as coisas divertidas, já que tenho motivos para castigá-lo. Ele vai evoluindo com o passar do tempo. Mas como uma primeira vez, acho que foi bem produtiva.








sexta-feira, 3 de maio de 2019

Em Aracaju - Uma experiência BDSM e a sua evolução - Parte 01

          Ele aparentemente andrógeno, uma bunda redonda de dar inveja a muitas mulheres, lindos cabelos loiros abaixo dos ombos, de uma inocência que chega a ser doce, meio aéreo, quando eu aviso de algo que irei fazer com ele, as vezes faz um movimento de surpresa, solta um eita, seus olhos me olham, faz primeiro uma menção de querer fugir, depois se resigna, respira fundo e faz, então, tem coisas que gosta, outras não, mas ele entende a dinâmica do jogo, e eu o respeito por isso. 
          Gosto do homem que não se dobra as convenções sociais, mas sim aos seus desejos e principalmente a sua Sra, o único motivo para ele dobrar os joelhos, me satisfazer.
          A primeira vez que eu o vi, não me provocou encantamento, achei seus cabelos lindos, mas como diz no interior "não botei reparo", foi de relance, estávamos na play, as meninas estava falando sobre as praticas que ele gostava para apresentar a ele. Eu estava sentada em um dos sofás, conversando com outro novato e um casal de estudantes, o assunto estava interessante e animado, até que Sensu me chamou, Pandora, poderia amarrá-lo? Ele deseja saber como é, então comecei amarrando seus braços juntos, depois, o amarrei no poledance, que tinha no meio da sala. Não sou uma expert em amarrações, mas gosto de imobilizar, então o amarrei com prazer, sempre me diverti amarrando, terminei as amarrações e fiz uma coisa que não deveria fazer, como tinha muitas pessoas brincando com ele, observando a cena, eu sai, e fui continuar o papo que estava tendo com as pessoas de antes. 
            Até que a Lina da festa veio me chamar, dizendo que era para eu afrouxar um poucos as cordas por que ele estava formigando. eu disse, se estava formigando era para tirar não afrouxar, parecia que eu tinha esquecido uma panela no fogo, foi a minha sensação, comecei a desamarrá-lo, o senti mole, meio aéreo, passei meu braco em sua cintura, e o segurei com meu corpo, contra o poledance, ele estava sorrindo, eu falei no seu ouvido, me abraça para não cair, a Lina trouxe um puff colocou atras dele para ele sentar, e ele desmaiou, de repente tinha um monte de gente, cada um falando uma coisa, e levaram ele para a cama, por isso é bom brincar apenas com seu próprio brinquedo, pois conhecendo-o, da para saber como ele é e quanto tempo aguenta, e teve mais, ele sentir formigando a muito tempo, mas como ele estava gostando da sensação não falou com ninguém, por isso também que a responsabilidade de avisar nunca pode ficar com o submisso, principalmente se ele tiver gostando da situação, hoje conhecendo-o como eu o conheço teria ficado perto. mas foi uma coisa leve, ao conversar com ele, ele não sentiu que ia desmaiar, só que estava sentando. Este foi o nosso primeiro contato.
            No dia seguinte, eu tinha chamado as meninas para irem para minha casa, (hotel), então o convidei também, ele e outro novato, apenas para eles se enturmarem com o grupo, era umas 8 pessoas.
            Durante o período que antecedeu o almoço, que durou as 13 às 18 horas, um risoto, delicioso, nem parecia que tinha sido o meu primeiro, pois ficou divino, comecei a dar pequenas ordens a ele, ele obedecia naturalmente e sem pensar direito, apenas obedecia, isso foi ficando interessante, meu sentido aranha, aguçou, até que mandei ele se ajoelhar, e foi tão natural como ele o fez, que acendeu a Domme, depois que todos foram embora aquele dia, e pensei, e por que não?

sexta-feira, 5 de abril de 2019

A proxima festa de Aracajú - PLAY PARTY Kingdom BDSM


Uma coisa eu garanto, 
esta turma sabe promover uma festa, 
a ultima ficou ótima, e eu adorei ter participado, 
por isso estou postando o flayer
da próxima festa BDSM de Aracaju.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Um novo brinquedo


          Este post, já está a um bom tempo na minha caixa, a espera de terminar, eu acho que não vou terminar o post totalmente, então vamos colocar apenas o começo dele, depois vou completando aos poucos a medida que as coisas forem acontecendo.
Depois de uma conversa na praia, com uma Domme e uma SW, elas me falaram de sub, como eramos do mesmo grupo, eu tinha o contato dele, e ali mesmo na praia, mandei uma mensagem, marcando um encontro, como já tínhamos nos visto pessoalmente na festa, ele não era um completo estranho, então resolvi marcar na minha casa mesmo, ele chegou, foi logo sentando no sofá, olhei para ele e disse, vc pediu permissão? Eu lhe dei a permissão? ele me respondeu não, e levantou, falei para ele sentar no chão ma minha frente, e disse, vamos conversar.
          Pois a melhor maneira de começar uma relação bdsm é pela conversa, sem receita mágica, conversando sempre podemos nos conhecer melhor, e foi que fizemos, a primeira pergunta é o que vc mais gosta, em que lado do chicote vc está? 
          Ele me respondeu, nenhum dos dois, sou apenas podo, foi um banho de água fria na hora, fiquei sem entender, pois na festa eu vi ele fazendo podolatria em uma das meninas, mas também vi as meninas fazendo outras práticas nele, inclusive um spanking, eu disse fiquei confusa, pois não foi isso que eu vi na festa, e nem foi isso que as meninas me disseram.
          Então eu falei para ele, eu adoro podolatria, é realmente uma prática que me delicio, mas para mim é uma preliminar do bdsm, uma maneira de iniciar, já que é uma reverencia a Domme, pois na podolatria, para ela acontecer, o sub não vai levar meu pé a altura da boca dele, mesmo quando ele está sentado, pois não é meu pé que tem que se adaptar a boca dele, e sim a boca dele se adaptar ao meu pé, tem uma pequena diferença na ação.
          E sentado me olhou de baixo para cima, olhou para os meus pés, olhou novamente para mim e me perguntou em que vc está pensando?
Naquela pequena fração de segundo, eu entendi, ele queria experimentar, queria sentir, mais sobre o universo que ele já conhecia, onde sabia os nomes, sabia as práticas, mas ainda não tinha sido devidamente apresentado, e foi desta maneira, que iniciamos o nosso relacionamento bdsm, Domme x submisso.




terça-feira, 26 de março de 2019

A festa do dia 23


          A festa foi muito aguardada, todos estávamos ansiosos, pois demorou mais de um mês da ultima festa, estava marcada a muito tempo, e não decepcionou, foi uma festa excelente, eu me diverti muito, venho integrantes antigos, que eu não conhecia, Domme, SW, sub, e o dono da porra toda, e como estávamos comemorando o aniversário da Lina, então teve bolo, salgadinhos, doces, e tudo que temos direito, cada um trouxe um e a festa ficou grande, alegre, animada, e muito divertida.
          Nesta festa tivemos também integrantes novos, dos dois lados do chicote, incluindo podo, e alguns deles até brincaram, mesmo sem experiencia nenhuma resolveram saber como era, ser amarrado (bondage), pet, poney, descanso de pés, spanking, agulhas, foi um show variado. Todos se divertiram, inclusive eu que não tenho o costume de participar ativamente nas festas, só não participei na primeira, esta turma é tão boa, que contagia a todos. 
           Eu me sinto em casa, como se eu estivesse recebendo e todos e não o contrário. 
           Uma coisa eu digo, eu irei em todas as festas que puder, já que não dá para ir nas festas de BH, por não estar lá, irei nas daqui, que estou me divertindo igual, acho que até mais!!!
           Até a próxima festa, esperto ver todos que vi da ultima vez, e quem sabe outro mais!!!

A visita a BH


BH, pense em um lugar que eu amo, sempre é bom voltar para lá, então imaginem como fico feliz a cada viagem de volta para casa, nem que seja por apenas um fim de semana. Sempre vale a pena. Vou contar o que aconteceu nesta ultima que foi bem corrida.

Sair de Aracajú pela gol é complicado, pois fico um tempão em conexão no aeroporto, então desta falei falei com um futuro brinquedo que estou conversando a meses, ele foi me encontrar no aeroporto, e ganhei uma flor linda, e também um boa massagem, sei que ele ficou com vontade de beijar meus pés ali mesmo, mas não seria adequado. De qualquer forma, foi divertido e bom conhecer pessoalmente alguém que apenas falei por mensagens e telefone.

Era sexta-feira 18:00 horas, então fui direto do aeroporto para casa de minha única afilhada, eu a mimo muito, um esforçozinho, para comemorar o aniversário no dia exato é sempre bem vindo.
Depois fui encontrar no meus amigos bdsm, estava com saudades daquela turma, barzinho, cerveja e gargalhadas finalizaram a minha noite.
No sábado acordei tarde, em casa, em companhia da minha linda mãezinha, assistimos a um filme juntos, até que meu telefone toca, era meu sobrinho, me lembrando, vc não esqueceu de nada não? Claro que eu tinha esquecido, levá-lo para almoçar no restaurante que ele mais gosta, o Anella, convenhamos ele tem um bom gosto danado, o restaurante é o melhor restaurante de massas de Belo Horizonte, e neste Brasil que já andei tanto, ainda não achei um tão aconchegante, e com a comida tão deliciosa. Depois fui levá-los em casa, pois são três, e acabei adormecendo no sofá da sala de TV da minha irmã, assistindo pela enésima vez, as crônicas de Nárnia, por que era a primeira vez do caçula.
Estava quase anoitecendo quando fui para casa, ficar com minha mãe, passamos o noite de sábado juntas, e é claro almoço de domingo.
no Domingo a noite já tinha brincadeira agendada, passei a noite brincando e estreando meu brinquedo novo, uma linda algema de aço, e com duas travas, eu simplesmente adorei o presente, a brincadeira foi até leve desta vez, mas o chicote que eu usei, tão mimoso, parece totalmente inocente, mas fez lindas marcas em meu brinquedo, e em alguns pontos até cortou a pele. E olha que não usei a força do braço com ele, mesmo assim é um brinquedo bem venenoso. Então para completar a brincadeira, ele passou duas horas amarrado na porta, e a noite inteira algemado. Só fomos embora no outro dia.
Na segunda foi encontrar com minhas amigas baunilhas, nossos encontros, me faz muito bem. Uma descontração necessária e um papo sempre muito divertido. Colocamos a fofoca em dia, penas que acabou ali, já era noite, então fui para casa pois tinha que acordar cedo e voltar para Aracajú. Mas é sempre bom estar em casa, é sempre bom estar em BH.


segunda-feira, 25 de março de 2019

In box - 01

           No começo do mês, um antigo brinquedo meu me disse que eu iria ganhar um presente, mas não era um brinquedo como os outros, era um que eu não tinha, como ele conhece todos os meus brinquedos, com certeza era algo que eu queria. Ele chegou pelo correio, é bom receber algo pelo correio, ainda mais quando eu esperava chegar.
Abaixo fiz uma pequena série de fotos abrindo o presente.

A caixa



abrindo



a embalagem



a proteção - plástico e papel manteiga



 o presente



o presente aberto - tem duas travas.

terça-feira, 19 de março de 2019

Festa BDSM em Aracajú



          É sábado, o dia da festa BDSM deste mês em Aracajú, é uma turma tão boa e tão receptiva, que nos deixa a vontade, e a festa, a festa é sempre um divertimento a parte, além dos amigos que fazemos e da troca de experiencias, sempre fica melhor a cada festa, e a próxima esta chegando, será dia 23/03/2019. E é claro que vou, e sei que vou me divertir muito, muito mesmo!


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A ótica do sub

           Quando eu estava escrevendo o texto sobre dominação virtual, que acabou não tendo nada de dominação virtual nele, mas enfim, encaminhei a um brinquedo que já foi meu, e falei para ele ler e escrever sobre ao ótica dele, o que ele achou do texto, segue abaixo do link do post, sua resposta.



A ótica do sub:

Oi Pandora. 

Ontem li o texto publicado e sigo sem saber sobre o "virtual", rsrs.

Ao lê-la me transportei para suas mãos, é como se estivesse vivendo tudo novamente, sentindo o gosto e as cores das coisas. Degustei as linhas desejando que não acabasse, sua descrição faz os sentidos pulsarem. 

Da minha perspectiva confesso um pouco de confusão, aumentado pelo passar do tempo, me recordo de sentimentos primários de difícil compreensão. O tesão, o desejo, a respiração entra em um modo encrustado dentro da mente e do coração. 

O sentimento de ser coisa me remete a uma plenitude, a um conforto, a um modo de entrega absoluta. Em alguns momentos a razão aparece e provoca inquietudes. "como posso ceder a caprichos que ferem a dignidade humana mínima? como posso permitir ser subjugado, desrespeitado?"

Pandora, tenho dificuldade de descrever, é como um transe. Estava completamente presente, mas ao mesmo tempo em outra dimensão. É um banho de contradições.

beijo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

As experiências sobre Dominação Virtual

            Ontem (nao foi ontem, mas quando eu comecei a escrever este texto, uma semana atras), eu iria escrever sobre dominação virtual, e acabei escrevendo sobre um grande copilado, das minhas experiências reais com escravos que tive, muitos deles vão se identificar em brincadeiras que tiveram comigo, outro com apenas parte delas, pois todas brincadeiras que tive, sempre tem um ou outro detalhe que eram únicos, as pessoas quase nunca acertam suas expectativas, por isso eu sempre aconselho, expectativa zero no quesito BDSM.
         É exatamente isso que faço, por que cada brinquedo reagem de uma forma, as vezes nos surpreendem outras não, mas cada experiência é realmente única. E é por isso que continuo aqui, tentando, pois algumas vezes eu já achei o escravo certo para mim, e que foi bom enquanto durou, uns duraram década, anos,  outras eu pisei na bola, (isso já tem alguns, não muitos anos, um rapaz do interior, um dos 5 que receberam a minha coleira física, eu inexperiente, o expulsei por deixar a namorada lhe dar uma bofetada, ele gostou, odeio quando mexem em minhas gavetas). Mas muito pisaram na bola, ainda não sei como eu não desisti. Eu só não desisti, por que eu nunca mais conseguirei viver sem o bdsm em minha vida, pois ele corre em minhas veias. Desde sempre.
           Voltando ao assunto, todas as experiência virtuais que tive me desiludiram, mesmo quando eu acho, desta vez vai, apesar de eu usar o virtual apenas para conhecer o candidato a escravo. Pois se é complicado para a Domme, pois eu o vejo apenas pela tela do celular, e é assim que ele me vê, escuta a minha voz, mas não tem o meu toque, a referência de que é algo humano, real, físico. Quando ele faz algo errado, ,não tem a minha mão puxando pela coleira, nem o estalar do chicote, apenas a minha voz, e isso sempre fará falta no adestramento. 
          Eu as vezes fico incomodada por aceitar. Por que eu faço estas tentativas? não vai dar certo, mesmo assim, as vezes fico seduzida, quando vejo que eles me obedecem, desde as pequenas e até as grandes coisas, mas eles não me sentiram, não sentiram o peso de minhas mãos e é neste momento que escorrem, eu fico em sua cabeça, mas não estou em seu corpo, não o marquei como se fosse tatoo. E uma brecha se abriu, como qualquer cativo com possibilidade de fuga, eles evadem, da minha dominação, e ai eu percebo, não sei, não consigo, a dominação virtual é algo que não foi feito para mim, não adianta tentar, e todas as vezes o final é sempre o mesmo. Eu me frusto, ele se frusta, e não conseguimos seguir adiante. E o cristal frágil se quebra.
       O virtual é ótimo para conhecer, e para nos conhecermos melhor, nunca para ser o relacionamento, eu me conheço, não vai dar certo. Só vai dar se vc estiver na minha frente, de joelhos sob os meus domínios.




segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Novas experiencias - Virtual

          Estranho, quando eu comecei a escrever este blog, foi por causa da minha memória de peixe, eu sempre esquecia tudo, experiencias, pessoas, lugares, e estava ficando chato, então resolvi escrever para me ajudar a lembrar quando eu o relesse, mas eu não sabia que iria tomar gosto, e hoje sinto falta quando demoro muito a escrever, e quando acontecer algo interessante comigo, eu tenho a sensação que o leitor é um amigo querido, e vc sempre quer contar sobre o que acontece contigo com um amigo. 
          Principalmente em uma cidade nova, onde estamos a conhecer novas pessoas e fazer amizades, e olha Aracajú é muito boa para isso. Ando me divertindo bastante por aqui, e nem é somente BDSM, mas pessoas do meio, falando sobre, em passeio quase baunilhas, muito divertido.
          Bem vamos começar a falar sobre o tema deste post, antes que o parenteses vire a história.
      No Fetlife, que a maioria deve conhecer, as vezes recebo propostas de subs querendo me conhecer. Eu sempre dou preferências, para subs da cidade onde estou no momento, e BH, por que eu não gosto de relações virtuais. Sempre achei que não me agrega. Sou como 'homem' sou visual, visceral, e física, eu gosto de sentir, tocar, ver, são estas coisas que me deixam excitada, e com vontade de brincar, fazer com que o sub se dispa, na minha frente, e eu o observando, aos poucos fincando nú, e exposto, faço com que se exponha mais, faço uma detalhada inspeção em seu corpo, ao ponto de ele se sentir invadido, incomodado ao extremo, as vezes sou minuciosa, apenas para aumentar a agonia da espera. Amarrar o sub, com paciência, vê-lo aos poucos se tornando vulnerável, a cada volta a cada nó, a cada parte do corpo imobilizada, mãos, pés, tronco, pescoço, apenas algumas partes ou todas as partes, eu me demoro mais no CBT, é algo que gosto particularmente, amarrar pênis e bolas bem separados, tanto com cordas, ou lacres de pvc, ou até um cinto de castidade, gosto de sentir a pulsação dele em minhas mãos.
          O tempo é algo importante, principalmente em uma primeira vez, pois ele também faz parte da brincadeira, é um elemento a mais, o silencio também aumenta a tensão, ou o tesão, ou até deixa o sub mais relaxado e confiante com quem vai usá-lo. Vendo seus olhos, pode ser com mascara, tecido ou fita adesiva, para que as sensações sejam intensificadas. Bem ao estar amarrado e vulnerável, deixo o tempo agir, toco em sua pele, antes de receber a primeira chicotada, ele já a espera, e começa a agonia da espera, quando ela virá, será forte, será fraca, está demorando, será que vai acontecer, ele espera com tanto desejo e medo, que sempre sai mais leve do esperado, e outra e mais outra, varias consecutivas, sem um tempo de respirar, se recompor, de repente para um toque leve em seu corpo, um sopro, um aperto, toques leves e fortes, não saber o que vai acontecer, e quando irá recomeçar acelera o coração. Ele não pode me tocar, não pode ver, e não me escuta, pois fico em silencio, apenas observando seu corpo, suas reações, tudo se intensifica, por mais que odeie apanhar, ele começa a desejar que tudo termine, pois assim sentirá algo, a ansiedade o consome, após sua pele ficar quente, com uma tonalidade vermelha, e com lindos alto relevos, o spanking para, e começa o toque, o sopro, e toda esta agonia, continua por um bom tempo, deixo-o amarrado, por um tempo, até soltá-lo, e ordenar, fique de joelhos, de quatro, e venha aqui, e apenas com o som de minha voz, o guiando, e ele vem até mim, coloco nele uma coleira postural, ele está entregue, beije meus pés, reverencie que lhe domina, e ele o faz, mesmo não sendo um podo, ele o faz melhor do que um, pois ali não tem um desejo pelos pés, e sim reverenciar e agradecer a Domme que o está usando, que está fazendo dele o que sempre desejou, um escravo, que tem por objetivo o prazer de sua Domme, depois de 4, o uso como objeto de descanso, ou simplesmente o observo. Depois de um tempo o puxo pela coleira, seguro seus órgãos genitais com força, lhe tiro a venda, e doi várias bofetadas em sua face, vejo suas reações, as vezes serrar o punho, se segurar para não reagir, uma grande luta interna se inicia a cada bofetada recebida, o sangue vem nos olhos, deseja revidar, se segura, pois sabe que aceitou tudo o que está acontecendo com ele, após isso com ele ainda de joelhos vem o abraço, o carinho tão desejado, vários beijos bem leves em seu rosto, o sopro atras da orelha, a lambida, eu sentada na cama, me deixo, minha vagina vibra ao vê-lo tão entregue, e o desejo, desejo sua boca, quente, gosto da sensação de ser sugada, beijada, e lambida, gosto da alternância, quero sua língua fundo dentro de mim, coloco minhas pernas em seus ombros, estou muito excitada a ponto de gozar, prendo sua cabeça com meus pés, e gozo, um jato forte, quente invade e enche a boca dele, ele não espera que seja tanto, o sinto engolindo, me delicio com isso, e começa tudo de novo, primeiro um sopro para aliviar, depois de novo a língua, e quanto mais eu gozo, mais feliz eu fico, até o momento que as pernas não me obedecem, estou plena, em êxtase, a visão dele cansado, ofegante no chão, me dá uma paz, e ainda aumenta o desejo de continuar com a brincadeira. Mando-o ficar de 4, coloco um gancho em seu ânus, passo uma corda nele, passo pelas costas e amarro no CBT, assim fica rígido, restringe movimentos, o amarro de frente, braços abertos ou para trás, comprimo seu corpo com meu, depois coloco prendedores de mamilos, eles são ótimos, as vezes coloco peso, aos vezes só puxo ou o prendo na coleira. não preciso de chibata, com as mãos dou tapas, e alterno com carinhos em seus genitais, ele está com medo, e fica nervoso, mas se entrega, e percebe que a partir daquele momento não será mais o mesmo, sua cabeça roda, pensa um monte de coisas ao mesmo tempo, quer falar, quer se calar, e ao ser solto ele fica de joelhos e agrade, sua primeira vez, a experiencia que marcará sua vida para sempre, pois a profusão de emoções e sentimentos que estão em seu corpo, percorre todas as suas veias. E neste momento ele percebe, que mesmo que este relacionamento não seja para sempre, ele vai permear suas memórias, ele pousa a cabeça em colo e descansa, pois esta livre, pode sentir, sem pensar se é certo ou errado. Só está pleno e livre, livre para ser o escravo que sempre sonhou.
          Poxa, e eu queria falar de experiencias virtuais, não vou mudar o título, outro dia eu falo de um novo brinquedo, que está mudando a minha maneira de pensar sobre o virtual. 
Mas o real é sempre o melhor.              


      

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A espera em Aracajú


           Esperar respostas é sempre algo chato, ainda mais quando não tem nada a ver com BDSM, e sim com a minha vida profissional, estou em Aracajú, mas ainda não sei por quanto tempo, estão protelando a resposta, espero que seja para que a obra seja iniciada.
          Mas enquanto eu espero, vamos fazer o que eu eu mais gosto? Brincar e deixar uma bunda marcada e vermelha me deixa bem feliz, sempre, mesmo que por pouco tempo.
             Esperando em Aracajú........


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Em Aracajú - Festa BDSM

Se eu tivesse combinado não tinha dado tão certo, ao chegar em Aracajú na quinta-feira, falei por mensagem com a Sensu, uma amiga que tenho aqui, falando que ela era a primeira pessoa que eu queria ver, e ela me contou uma boa noticia, que teria uma festa BDSM em Aracajú e que eu estaria convidada, claro que fiquei muito feliz pois é sempre bom conhecer pessoas do meio, conversar sobre o BDSM me relaxa, e distrai.
O grupo é fechado e todos se conhecem, e com uma dinâmica própria. Eu não conhecia ninguém além da Sensu e do feio marido dela, dos encontros anteriores, eu fiquei a maioria do tempo observando e conversando com as pessoas, uma turma alegre e divertida, onde quase todos participaram das brincadeira, são um turma animada e que sabe receber.
Sim, apesar de tanto tempo no meio, ainda sou tímida, não me solto facilmente, apenas com as pessoas que já me conhece e que eu conheço.
Então posso parecer meio chata, e olha que me convidaram para brincar com os subs da festa, as pessoas são bem receptivas, mas não fico a vontade com brinquedo que não é meu, e que eu não saiba nada dele, nem como ele reage com brincadeiras. Sem falar da minha cara fechada, pois até eu me sentir familiarizada, demanda um pouco de tempo. Por isso eu decidi, que na próxima festa se eu tiver aqui, vou participar mais, inclusive com as brincadeiras. 



O local que mais me agradou, foi o que menos foi usado, imagine como dar para amarrar alguém nesta parede com estes grampos!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Estreia - Meu chicote Novo


          O ócio é realmente a oficina do capeta, depois de um excelente fim de semana é claro que estava com todo o gás, então eu tinha uma linha de malha guardada a um tempo, e resolvi usá-la para confeccionar um chicote novo, (como tenho dotes de moças para casar, como diria minha finada vózinha de quem eu herdei o nome), fiz crochê, e na ponta de cada trança eu costurei um nó, para que este marcasse no impacto, estava bem feliz com meu trabalho, e quando o finalizei, chamei um brinquedo para testá-lo, que aceitou de bom grado, adoro subs prestativos, estava feliz por testá-lo.     
           Quando eu ganhei o chicote novo da Rainha Frágil, a primeira coisa que quis, foi  testá-lo, e adorei fazê-lo, poxa superou as expectativas, só não posso dizer o mesmo do que eu fiz. Pois além de pesado, ele cansa ao ser usado, ele não causa o efeito que eu desejei.
           Nada, nem perto do que eu queria, ficou apenas bem feito e bonito, apesar do barulho bom cortando o vento, ao tocar na pele, parece que ele apenas a massageia, não provoca a reação que eu desejava, poxa fiquei tão triste, que resolvi fazer uma brincadeira que nunca tinha feio com este brinquedo, ele vive dizendo que não é um sub para spanking, mas eu posso desmentir isso, pois ele foi bem resistente, já que eu usei todos os meus chicotes, só não usei os repetidos, pois tenho alguns iguais para usar com ambos os braços.
             A brincadeira foi a seguinte, comecei usando os mais leves, claro o novo, e intercalando para os mais pesados, comecei com 15 chicotadas, troquei de chicote, continuei com 14 chicotadas, e a cada vez que trocava o chicote, eu reduzia uma chicotada, 13, 12, 11 e até quando ficou apenas uma chicotada, que eu dei com o chicote de cabo de aço, mas não fiquei tão satisfeita, e finalizei com algumas chicotadas com este maravilhoso chicote, pois ele levantava altos relevos maravilhosos, após isso, eu ainda fiz muito carinho em suas marcas, pois apenas do inicio frustante, o resultado ficou maravilhoso, e adorei a brincadeira. 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Encontro BDSM - Um fim de semana em um sítio


          Na virada do mês, fiz um passeio excelente, eu e amigos do meio bdsm, nos reunimos em um fim de semana em um sitio nos arredores de BH, e foi tão bom, juntar amigos, falar sobre assuntos em comum.
          Eu cheguei na sexta feira, eu e um casal de amigos, fomos os primeiros, eu estava com muito sono, pois foram dias bem cheios, depois que eu cheguei de Fortaleza, pois estava com saudades, dos meus sobrinhos, de montar lego com o meu sobrinho caçula, ou montar quebra-cabeças com o do meio, ou falar de politica e termos abstratos com o primeiro, buraco de minhoca, buraco negro, terra plana, é como ter filhos, sem a parte chata de educá-los, eles são meu elo com a evolução, é muito bom vê-los crescer, e posso dizer que realmente os amo, lá foi eu de novo, falar de um assunto, abrir um parenteses e demorar um tempão para fechar e voltar ao assunto.
           Como eu não ia levar nenhum brinquedo para o fim de semana, fui brincar antes de ir, e foi um dia bem corrido, pois tive que arrumar a mala, colocar tudo para 3 dias, e roupa de cama, e travesseiros que ocupam muito espaço, levei na casa da Tita, para ela levar, já que eu não iria de carro, pois se fosse eu teria que não beber no domingo, para voltar dirigindo, então depois de levar as coisas, eu fui brincar, nossa, não tinha tanto tempo, mas como sempre valeu apena, foi uma visita rápida, de uma hora, no escritório de um brinquedo, um brinquedo que tenho a quase 20 anos, então ele sabe muito bem como me agradar, voltei para casa, almocei bem rapidinho, e as 14:00 horas, estava marcado para ir para casa da minha amiga, que iria me dar a carona, fomos os primeiros a chegar, o fim de semana foi muito divertido, até um certo instrumento com uns vocais, nem tão bons, me divertiram, a piscina, os momentos divertidos, as gargalhadas, e também a boa comida, a pizza, o churrasco, o arroz de tudo (chamei de arroz Pan), o banho de piscina no domingo, antes tarde do que nunca, por que no sábado choveu boa parte do dia, e não deu para entrar na piscina, um doido e corajoso ao mesmo tempo entrou na cachoeira, eu que não tive coragem nem de entrar na piscina, é claro que não cheguei nem perto da cachoeira que tinha no sitio.
          Voltamos no domingo no final do dia, fiquei na piscina até aos 45 do segundo tempo, e só posso dizer uma coisa, valeu mesmo, pelas companhias, e pelo ótimo fim de semana!
           Quero de novo, vamos?