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" Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento".
(Albert Eisten)

segunda-feira, 25 de março de 2019

In box - 01

           No começo do mês, um antigo brinquedo meu me disse que eu iria ganhar um presente, mas não era um brinquedo como os outros, era um que eu não tinha, como ele conhece todos os meus brinquedos, com certeza era algo que eu queria. Ele chegou pelo correio, é bom receber algo pelo correio, ainda mais quando eu esperava chegar.
Abaixo fiz uma pequena série de fotos abrindo o presente.

A caixa



abrindo



a embalagem



a proteção - plástico e papel manteiga



 o presente



o presente aberto - tem duas travas.

terça-feira, 19 de março de 2019

Festa BDSM em Aracajú



          É sábado, o dia da festa BDSM deste mês em Aracajú, é uma turma tão boa e tão receptiva, que nos deixa a vontade, e a festa, a festa é sempre um divertimento a parte, além dos amigos que fazemos e da troca de experiencias, sempre fica melhor a cada festa, e a próxima esta chegando, será dia 23/03/2019. E é claro que vou, e sei que vou me divertir muito, muito mesmo!


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A ótica do sub

           Quando eu estava escrevendo o texto sobre dominação virtual, que acabou não tendo nada de dominação virtual nele, mas enfim, encaminhei a um brinquedo que já foi meu, e falei para ele ler e escrever sobre ao ótica dele, o que ele achou do texto, segue abaixo do link do post, sua resposta.



A ótica do sub:

Oi Pandora. 

Ontem li o texto publicado e sigo sem saber sobre o "virtual", rsrs.

Ao lê-la me transportei para suas mãos, é como se estivesse vivendo tudo novamente, sentindo o gosto e as cores das coisas. Degustei as linhas desejando que não acabasse, sua descrição faz os sentidos pulsarem. 

Da minha perspectiva confesso um pouco de confusão, aumentado pelo passar do tempo, me recordo de sentimentos primários de difícil compreensão. O tesão, o desejo, a respiração entra em um modo encrustado dentro da mente e do coração. 

O sentimento de ser coisa me remete a uma plenitude, a um conforto, a um modo de entrega absoluta. Em alguns momentos a razão aparece e provoca inquietudes. "como posso ceder a caprichos que ferem a dignidade humana mínima? como posso permitir ser subjugado, desrespeitado?"

Pandora, tenho dificuldade de descrever, é como um transe. Estava completamente presente, mas ao mesmo tempo em outra dimensão. É um banho de contradições.

beijo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

As experiências sobre Dominação Virtual

            Ontem (nao foi ontem, mas quando eu comecei a escrever este texto, uma semana atras), eu iria escrever sobre dominação virtual, e acabei escrevendo sobre um grande copilado, das minhas experiências reais com escravos que tive, muitos deles vão se identificar em brincadeiras que tiveram comigo, outro com apenas parte delas, pois todas brincadeiras que tive, sempre tem um ou outro detalhe que eram únicos, as pessoas quase nunca acertam suas expectativas, por isso eu sempre aconselho, expectativa zero no quesito BDSM.
         É exatamente isso que faço, por que cada brinquedo reagem de uma forma, as vezes nos surpreendem outras não, mas cada experiência é realmente única. E é por isso que continuo aqui, tentando, pois algumas vezes eu já achei o escravo certo para mim, e que foi bom enquanto durou, uns duraram década, anos,  outras eu pisei na bola, (isso já tem alguns, não muitos anos, um rapaz do interior, um dos 5 que receberam a minha coleira física, eu inexperiente, o expulsei por deixar a namorada lhe dar uma bofetada, ele gostou, odeio quando mexem em minhas gavetas). Mas muito pisaram na bola, ainda não sei como eu não desisti. Eu só não desisti, por que eu nunca mais conseguirei viver sem o bdsm em minha vida, pois ele corre em minhas veias. Desde sempre.
           Voltando ao assunto, todas as experiência virtuais que tive me desiludiram, mesmo quando eu acho, desta vez vai, apesar de eu usar o virtual apenas para conhecer o candidato a escravo. Pois se é complicado para a Domme, pois eu o vejo apenas pela tela do celular, e é assim que ele me vê, escuta a minha voz, mas não tem o meu toque, a referência de que é algo humano, real, físico. Quando ele faz algo errado, ,não tem a minha mão puxando pela coleira, nem o estalar do chicote, apenas a minha voz, e isso sempre fará falta no adestramento. 
          Eu as vezes fico incomodada por aceitar. Por que eu faço estas tentativas? não vai dar certo, mesmo assim, as vezes fico seduzida, quando vejo que eles me obedecem, desde as pequenas e até as grandes coisas, mas eles não me sentiram, não sentiram o peso de minhas mãos e é neste momento que escorrem, eu fico em sua cabeça, mas não estou em seu corpo, não o marquei como se fosse tatoo. E uma brecha se abriu, como qualquer cativo com possibilidade de fuga, eles evadem, da minha dominação, e ai eu percebo, não sei, não consigo, a dominação virtual é algo que não foi feito para mim, não adianta tentar, e todas as vezes o final é sempre o mesmo. Eu me frusto, ele se frusta, e não conseguimos seguir adiante. E o cristal frágil se quebra.
       O virtual é ótimo para conhecer, e para nos conhecermos melhor, nunca para ser o relacionamento, eu me conheço, não vai dar certo. Só vai dar se vc estiver na minha frente, de joelhos sob os meus domínios.




segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Novas experiencias - Virtual

          Estranho, quando eu comecei a escrever este blog, foi por causa da minha memória de peixe, eu sempre esquecia tudo, experiencias, pessoas, lugares, e estava ficando chato, então resolvi escrever para me ajudar a lembrar quando eu o relesse, mas eu não sabia que iria tomar gosto, e hoje sinto falta quando demoro muito a escrever, e quando acontecer algo interessante comigo, eu tenho a sensação que o leitor é um amigo querido, e vc sempre quer contar sobre o que acontece contigo com um amigo. 
          Principalmente em uma cidade nova, onde estamos a conhecer novas pessoas e fazer amizades, e olha Aracajú é muito boa para isso. Ando me divertindo bastante por aqui, e nem é somente BDSM, mas pessoas do meio, falando sobre, em passeio quase baunilhas, muito divertido.
          Bem vamos começar a falar sobre o tema deste post, antes que o parenteses vire a história.
      No Fetlife, que a maioria deve conhecer, as vezes recebo propostas de subs querendo me conhecer. Eu sempre dou preferências, para subs da cidade onde estou no momento, e BH, por que eu não gosto de relações virtuais. Sempre achei que não me agrega. Sou como 'homem' sou visual, visceral, e física, eu gosto de sentir, tocar, ver, são estas coisas que me deixam excitada, e com vontade de brincar, fazer com que o sub se dispa, na minha frente, e eu o observando, aos poucos fincando nú, e exposto, faço com que se exponha mais, faço uma detalhada inspeção em seu corpo, ao ponto de ele se sentir invadido, incomodado ao extremo, as vezes sou minuciosa, apenas para aumentar a agonia da espera. Amarrar o sub, com paciência, vê-lo aos poucos se tornando vulnerável, a cada volta a cada nó, a cada parte do corpo imobilizada, mãos, pés, tronco, pescoço, apenas algumas partes ou todas as partes, eu me demoro mais no CBT, é algo que gosto particularmente, amarrar pênis e bolas bem separados, tanto com cordas, ou lacres de pvc, ou até um cinto de castidade, gosto de sentir a pulsação dele em minhas mãos.
          O tempo é algo importante, principalmente em uma primeira vez, pois ele também faz parte da brincadeira, é um elemento a mais, o silencio também aumenta a tensão, ou o tesão, ou até deixa o sub mais relaxado e confiante com quem vai usá-lo. Vendo seus olhos, pode ser com mascara, tecido ou fita adesiva, para que as sensações sejam intensificadas. Bem ao estar amarrado e vulnerável, deixo o tempo agir, toco em sua pele, antes de receber a primeira chicotada, ele já a espera, e começa a agonia da espera, quando ela virá, será forte, será fraca, está demorando, será que vai acontecer, ele espera com tanto desejo e medo, que sempre sai mais leve do esperado, e outra e mais outra, varias consecutivas, sem um tempo de respirar, se recompor, de repente para um toque leve em seu corpo, um sopro, um aperto, toques leves e fortes, não saber o que vai acontecer, e quando irá recomeçar acelera o coração. Ele não pode me tocar, não pode ver, e não me escuta, pois fico em silencio, apenas observando seu corpo, suas reações, tudo se intensifica, por mais que odeie apanhar, ele começa a desejar que tudo termine, pois assim sentirá algo, a ansiedade o consome, após sua pele ficar quente, com uma tonalidade vermelha, e com lindos alto relevos, o spanking para, e começa o toque, o sopro, e toda esta agonia, continua por um bom tempo, deixo-o amarrado, por um tempo, até soltá-lo, e ordenar, fique de joelhos, de quatro, e venha aqui, e apenas com o som de minha voz, o guiando, e ele vem até mim, coloco nele uma coleira postural, ele está entregue, beije meus pés, reverencie que lhe domina, e ele o faz, mesmo não sendo um podo, ele o faz melhor do que um, pois ali não tem um desejo pelos pés, e sim reverenciar e agradecer a Domme que o está usando, que está fazendo dele o que sempre desejou, um escravo, que tem por objetivo o prazer de sua Domme, depois de 4, o uso como objeto de descanso, ou simplesmente o observo. Depois de um tempo o puxo pela coleira, seguro seus órgãos genitais com força, lhe tiro a venda, e doi várias bofetadas em sua face, vejo suas reações, as vezes serrar o punho, se segurar para não reagir, uma grande luta interna se inicia a cada bofetada recebida, o sangue vem nos olhos, deseja revidar, se segura, pois sabe que aceitou tudo o que está acontecendo com ele, após isso com ele ainda de joelhos vem o abraço, o carinho tão desejado, vários beijos bem leves em seu rosto, o sopro atras da orelha, a lambida, eu sentada na cama, me deixo, minha vagina vibra ao vê-lo tão entregue, e o desejo, desejo sua boca, quente, gosto da sensação de ser sugada, beijada, e lambida, gosto da alternância, quero sua língua fundo dentro de mim, coloco minhas pernas em seus ombros, estou muito excitada a ponto de gozar, prendo sua cabeça com meus pés, e gozo, um jato forte, quente invade e enche a boca dele, ele não espera que seja tanto, o sinto engolindo, me delicio com isso, e começa tudo de novo, primeiro um sopro para aliviar, depois de novo a língua, e quanto mais eu gozo, mais feliz eu fico, até o momento que as pernas não me obedecem, estou plena, em êxtase, a visão dele cansado, ofegante no chão, me dá uma paz, e ainda aumenta o desejo de continuar com a brincadeira. Mando-o ficar de 4, coloco um gancho em seu ânus, passo uma corda nele, passo pelas costas e amarro no CBT, assim fica rígido, restringe movimentos, o amarro de frente, braços abertos ou para trás, comprimo seu corpo com meu, depois coloco prendedores de mamilos, eles são ótimos, as vezes coloco peso, aos vezes só puxo ou o prendo na coleira. não preciso de chibata, com as mãos dou tapas, e alterno com carinhos em seus genitais, ele está com medo, e fica nervoso, mas se entrega, e percebe que a partir daquele momento não será mais o mesmo, sua cabeça roda, pensa um monte de coisas ao mesmo tempo, quer falar, quer se calar, e ao ser solto ele fica de joelhos e agrade, sua primeira vez, a experiencia que marcará sua vida para sempre, pois a profusão de emoções e sentimentos que estão em seu corpo, percorre todas as suas veias. E neste momento ele percebe, que mesmo que este relacionamento não seja para sempre, ele vai permear suas memórias, ele pousa a cabeça em colo e descansa, pois esta livre, pode sentir, sem pensar se é certo ou errado. Só está pleno e livre, livre para ser o escravo que sempre sonhou.
          Poxa, e eu queria falar de experiencias virtuais, não vou mudar o título, outro dia eu falo de um novo brinquedo, que está mudando a minha maneira de pensar sobre o virtual. 
Mas o real é sempre o melhor.              


      

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A espera em Aracajú


           Esperar respostas é sempre algo chato, ainda mais quando não tem nada a ver com BDSM, e sim com a minha vida profissional, estou em Aracajú, mas ainda não sei por quanto tempo, estão protelando a resposta, espero que seja para que a obra seja iniciada.
          Mas enquanto eu espero, vamos fazer o que eu eu mais gosto? Brincar e deixar uma bunda marcada e vermelha me deixa bem feliz, sempre, mesmo que por pouco tempo.
             Esperando em Aracajú........


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Em Aracajú - Festa BDSM

Se eu tivesse combinado não tinha dado tão certo, ao chegar em Aracajú na quinta-feira, falei por mensagem com a Sensu, uma amiga que tenho aqui, falando que ela era a primeira pessoa que eu queria ver, e ela me contou uma boa noticia, que teria uma festa BDSM em Aracajú e que eu estaria convidada, claro que fiquei muito feliz pois é sempre bom conhecer pessoas do meio, conversar sobre o BDSM me relaxa, e distrai.
O grupo é fechado e todos se conhecem, e com uma dinâmica própria. Eu não conhecia ninguém além da Sensu e do feio marido dela, dos encontros anteriores, eu fiquei a maioria do tempo observando e conversando com as pessoas, uma turma alegre e divertida, onde quase todos participaram das brincadeira, são um turma animada e que sabe receber.
Sim, apesar de tanto tempo no meio, ainda sou tímida, não me solto facilmente, apenas com as pessoas que já me conhece e que eu conheço.
Então posso parecer meio chata, e olha que me convidaram para brincar com os subs da festa, as pessoas são bem receptivas, mas não fico a vontade com brinquedo que não é meu, e que eu não saiba nada dele, nem como ele reage com brincadeiras. Sem falar da minha cara fechada, pois até eu me sentir familiarizada, demanda um pouco de tempo. Por isso eu decidi, que na próxima festa se eu tiver aqui, vou participar mais, inclusive com as brincadeiras. 



O local que mais me agradou, foi o que menos foi usado, imagine como dar para amarrar alguém nesta parede com estes grampos!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Estreia - Meu chicote Novo


          O ócio é realmente a oficina do capeta, depois de um excelente fim de semana é claro que estava com todo o gás, então eu tinha uma linha de malha guardada a um tempo, e resolvi usá-la para confeccionar um chicote novo, (como tenho dotes de moças para casar, como diria minha finada vózinha de quem eu herdei o nome), fiz crochê, e na ponta de cada trança eu costurei um nó, para que este marcasse no impacto, estava bem feliz com meu trabalho, e quando o finalizei, chamei um brinquedo para testá-lo, que aceitou de bom grado, adoro subs prestativos, estava feliz por testá-lo.     
           Quando eu ganhei o chicote novo da Rainha Frágil, a primeira coisa que quis, foi  testá-lo, e adorei fazê-lo, poxa superou as expectativas, só não posso dizer o mesmo do que eu fiz. Pois além de pesado, ele cansa ao ser usado, ele não causa o efeito que eu desejei.
           Nada, nem perto do que eu queria, ficou apenas bem feito e bonito, apesar do barulho bom cortando o vento, ao tocar na pele, parece que ele apenas a massageia, não provoca a reação que eu desejava, poxa fiquei tão triste, que resolvi fazer uma brincadeira que nunca tinha feio com este brinquedo, ele vive dizendo que não é um sub para spanking, mas eu posso desmentir isso, pois ele foi bem resistente, já que eu usei todos os meus chicotes, só não usei os repetidos, pois tenho alguns iguais para usar com ambos os braços.
             A brincadeira foi a seguinte, comecei usando os mais leves, claro o novo, e intercalando para os mais pesados, comecei com 15 chicotadas, troquei de chicote, continuei com 14 chicotadas, e a cada vez que trocava o chicote, eu reduzia uma chicotada, 13, 12, 11 e até quando ficou apenas uma chicotada, que eu dei com o chicote de cabo de aço, mas não fiquei tão satisfeita, e finalizei com algumas chicotadas com este maravilhoso chicote, pois ele levantava altos relevos maravilhosos, após isso, eu ainda fiz muito carinho em suas marcas, pois apenas do inicio frustante, o resultado ficou maravilhoso, e adorei a brincadeira. 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Encontro BDSM - Um fim de semana em um sítio


          Na virada do mês, fiz um passeio excelente, eu e amigos do meio bdsm, nos reunimos em um fim de semana em um sitio nos arredores de BH, e foi tão bom, juntar amigos, falar sobre assuntos em comum.
          Eu cheguei na sexta feira, eu e um casal de amigos, fomos os primeiros, eu estava com muito sono, pois foram dias bem cheios, depois que eu cheguei de Fortaleza, pois estava com saudades, dos meus sobrinhos, de montar lego com o meu sobrinho caçula, ou montar quebra-cabeças com o do meio, ou falar de politica e termos abstratos com o primeiro, buraco de minhoca, buraco negro, terra plana, é como ter filhos, sem a parte chata de educá-los, eles são meu elo com a evolução, é muito bom vê-los crescer, e posso dizer que realmente os amo, lá foi eu de novo, falar de um assunto, abrir um parenteses e demorar um tempão para fechar e voltar ao assunto.
           Como eu não ia levar nenhum brinquedo para o fim de semana, fui brincar antes de ir, e foi um dia bem corrido, pois tive que arrumar a mala, colocar tudo para 3 dias, e roupa de cama, e travesseiros que ocupam muito espaço, levei na casa da Tita, para ela levar, já que eu não iria de carro, pois se fosse eu teria que não beber no domingo, para voltar dirigindo, então depois de levar as coisas, eu fui brincar, nossa, não tinha tanto tempo, mas como sempre valeu apena, foi uma visita rápida, de uma hora, no escritório de um brinquedo, um brinquedo que tenho a quase 20 anos, então ele sabe muito bem como me agradar, voltei para casa, almocei bem rapidinho, e as 14:00 horas, estava marcado para ir para casa da minha amiga, que iria me dar a carona, fomos os primeiros a chegar, o fim de semana foi muito divertido, até um certo instrumento com uns vocais, nem tão bons, me divertiram, a piscina, os momentos divertidos, as gargalhadas, e também a boa comida, a pizza, o churrasco, o arroz de tudo (chamei de arroz Pan), o banho de piscina no domingo, antes tarde do que nunca, por que no sábado choveu boa parte do dia, e não deu para entrar na piscina, um doido e corajoso ao mesmo tempo entrou na cachoeira, eu que não tive coragem nem de entrar na piscina, é claro que não cheguei nem perto da cachoeira que tinha no sitio.
          Voltamos no domingo no final do dia, fiquei na piscina até aos 45 do segundo tempo, e só posso dizer uma coisa, valeu mesmo, pelas companhias, e pelo ótimo fim de semana!
           Quero de novo, vamos?

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Fortaleza - Meu agradecimento


Depois de todos os relatos, de todos os momentos vividos em Fortaleza, vou confessar que o melhor, foi a forma como fui recebida, minha amiga me esperava em casa, desfiz as malas, entreguei presentes, conversamos tanto por muito tempo, e é claro, dormimos tarde.

Minha amiga, parou o trabalho e no feriado fomos a praia, tomamos cerveja, almoçamos, o mar estava bem bravo então eu apenas molhei os pés, a Beth mais corajosa entrou no mar.
A preparação da festa, a decoração, os detalhes, durante a festa, os chicotes compartilhados, meu braço até cansou, mas também foi relaxante. foi divertido, conversar com tanta gente nova, saber suas experiencias, dúvidas e desejos.







O passeio triplo de segunda-feira, a parada para água, ficar com a Beth olhando as fotos dos cantores pintados nas paredes do bar. Ir no mercado, fazer comprar, comprei tanta coisa legal, uma dica quando for ao mercado central de Fortaleza, pegue o elevador, vá até o ultimo andar, e comece as compras por lá, pois é o mais barato, aprendi a duras penas, pois da primeira vez, comecei de baixo e fui subindo, a medida que subia os mesmos produtos ficavam mais baratos, e aí comprava mais para compensar, depois disso começo sempre do ultimo andar, e após as compras, descemos para comer uma deliciosa tapioca, e durante todo o passeio foi muito bom.


Todas as nossas refeições juntas, sempre foram regadas a boas risadas e bons papos, e quero agradecer ao passeio a pé, onde sem celular fomos a uma deliciosa cafeteria, onde comemos e rimos, eu reclamei um pouco pela falta do celular, pois queria fazer check-in e tirar fotos com ela, mas foi bom não ter o celular e o passeio acabou ficando leve.
Quero agradecer, a Beth, todos os momentos que tivemos, sua companhia, sua amizade, suas hospedagem, espero sua visita em BH, para retribuir tanto carinho.
Obrigada!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Fortaleza - A Despedida das brincadeiras

Esta ultima brincadeira quase não aconteceu, se eu não o conhecesse a muito tempo, desde as ultimas vezes que eu fui a Fortaleza, acho que não teria brincado com ele. Pois ele faz o tipo rebelde, um fetichista, daqueles que querem coisas que eu nunca faria, por que praticas que não gosto, falei com ele que faria somente aquilo que eu gostava, ficou fazendo doce, e deixei para lá, pois ficamos conversando por alguns dias, e ele ou estava com medo ou queria que eu realizasse os seus desejos, mas depois que deixei para lá, ele me procurou e falou que viria, sabia que tinha que ser do meu jeito, eu até pensei em fazer algo que o agradasse, mas no final só aconteceu o que eu realmente eu queria.
Ele tocou a campainha, o coloquei no chão, e fomos conversar, gosto de conversar com meus brinquedos assim pela primeira vez, não era a primeira vez dele, então não falamos sobre regras, ou sobre as coisas vão acontecer, mas com ele foi apenas uma conversa informal, sobre o tempo que ficamos sem nos ver.
O levei para o quarto, claro que deixei a porta aberta, mandei que tirasse todas as roupas, amarrei suas mãos e as pendi na fabulosa grade do quarto, amarrei uma corda em seu pescoço, amarrei seu pênis e bolas bem separados, terminei na ponta do pênis e amarrei na corda do pescoço. comecei a dar tapas embaixo do seu saco, várias e vezes, mas como ele fechava as pernas, peguei outra corda e amarrei seu tornozelo, e amarrei na cama, assim ele manteria a perna aberta, enquanto eu batia em seu saco.
Depois comecei a puxar seus mamilos com as pontas dos dedos, ele começou a gritar, e como os vizinhos poderia escutar, peguei a sua cueca, coloquei em sua boca, e amarrei com uma fita, uma fita ótima que nunca tinha visto antes, pois ela só cola nela mesma. Voltei a puxar seus mamilos, por que ele gritou, eu disse iria piorar, então ao invés de puxar com as pontas dos dedos eu puxei com as pontas das unhas, e falei que se ele gritasse puxaria mais forte, e puxei sempre mais, e alternava com os tapas embaixo do saco.
O deixei pendurado, por algum tempo, para prolongar a sua agonia, sai do quarto, fui pegar água, sentei na cama, bebi água em sua frente, ele estava com sede eu sei. pois ele me pediu água, deixei apenas um gole bem pequeno apenas para molhar a garganta.
Depois continuei alternando as pequenas torturas, soltei o pescoço, retirei as cordas do CBT, e coloquei lacres de plástico. O coloquei de joelhos, para me fazer oral, até o meu gozo entrar em sua boca e ele o sorver, após algum tempo, relaxada, só por que ele não gosta de tarefas, retirei todas as cordas usadas e dei a ele para lavar, e também meu te tênis, e disse que somente iria abrir os lacres para ele ir embora, após ele finalizar a limpeza. 
E foi assim minha ultima brincadeira em Fortaleza destas férias.
Foram dias divertidos e espero ter muito mais, agradeço minha grande amiga pela hospedagem, e pelo momentos deliciosos que tive nesta linda terra.




terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Fortaleza - O brinquedo emprestado II

 

          Na terça feira, acordei mais cedo do que o de costume, fiquei lendo na cama, finalizei um bom livro que li durante a estadia, pois acordava antes de todos, e foi um excelente passatempo, o Escafandro e a borboleta, conta a história de um executivo que teve uma doença, após um acidente de carro, e apesar de consciente, e ver tudo que acontecia ao seu redor, não conseguia se comunicar com o mundo externo, e mesmo assim, preso em seu escafandro, ele tenta se libertar. Triste e lindo.
Vamos começar a falar deste dia, começou leve, café, leitura, e sol. Quando deu meio dia, chamei o brinquedo da Deusa, para arrumar a cozinha, ele não tinha muito costume com o metiê, mas fez o trabalho muito bom, arrumou toda a cozinha, e enquanto minha amiga cozinhava, eu sai, e fui conhecer outra suite do motel Conteiner, isso mesmo, voltei lá, pois eles tinham dois tipos de suítes então fui conhecer a outra, e chegando lá que eu percebi que durante o dia, os conteiners eram quase lilares, e durante a noite eu podia jurar que eram cor de alumínio pintada.
          Quando entrei na suíte é claro que tirei fotos, mas uma coisa me deixou meio triste, não tinha a haste da cortina para eu pendurar o escravo.

          Então como sempre improvisei, o amarrei na cadeira, deu um certo trabalho, mas ficou bem firme, e o chicote começo a comer, bunda quente realmente é a minha praia. Adoro colorir e marcar. Sem falar de usar lacre para fazer cbt, e assim a parte que eu mais gosto é cortar o lacre, pois o medo faz o coração dos subs parar, talves não parem, mas a respiração com certeza fica suspensa.










Fortaleza - Nova diversão com o coreano


          Após a festa, passei metade do domingo na cama, a festa tinha sido tão boa que o ultimo que foi embora as 7:00 da manhã, então estávamos com bastante sono, então descansamos. Estávamos todos precisando, tanto que só sai de casa era mais de 20:00 horas, encontrar com um amigo baunilha, para conversar fiado, e conhecer uma hamburgueria nova, e descobri que o lugar era famoso, pois teve uma gigantesca briga por causa de uma porção de batata.

          Eu iria brincar no domingo, mas ainda estava cansada, então marquei na segunda cedo, falei para o coreano vir cedo e trazer o pão. Se eu tivesse esperado o pão para tomar o café da manhã tinha cansado. Pois eu falei para ele chegar as 9:00 da manhã, e ainda dei um ultimato, não se atrase, pois a cada minuto de atraso, eu vou aplicar 10 chicotadas, e vcs não vão acreditar apesar da promessa ele se atrasou 40 minutos, uma coisa que eu não entendo, por que as vezes eu faço promessas difíceis, pois apesar de eu ter apreciado cada uma das chicotadas, fiquei com os braços doloridos. 
          Assim que ele chegou, eu o amarrei na grade da janela do quarto,  eu vou falar que amei aquela grade, pois deu para fazer várias amarrações diferentes. E amarrei também seu pênis e bolas bem separados, estiquei a corda e amarrei a corda no pescoço, e depois dele todo amarrado, comecei a aplicar as chicotadas, alternei os chicotes, o de corda que eu fiz, e o presente que eu ganhei da Rainha Frágil, um lindo chicote de tiras, delicioso, muito bom de usar, e ainda uma palmatoria que estava na canga da sala. 
          O dia estava até fresco, mas ao final do castigo eu estava transpirando, foi um grande exercício, então o deixei amarrado, fui tomar água gelada, depois deitei um pouco, sua bunda ficou maravilhosamente quente, vermelha, e linda, depois que parei de transpirar, o coloquei de 4 no chão, coloquei luvas, e fiz algo que fazia muito tempo que não fazia, fisting, a sensação de sentir no pulso a borda do ânus apertando é indescritível, só fazendo para saber, e ainda fechei a mão e com os nós dos dedos massageei
sua próstata.e isso durou alguns minutos, acham que acabou? E claro que não, deitei na cama, e foi a vez dele transpirar, pois como eu disse gosto muito do oral dele, pois ele tem um grande prazer e quando eu gozo ele não esperdiça e o bebe todo, completamente, principalmente pois estava na cama que eu dormia, e não queria molhada, nem com meu gozo. E sim tenho ejaculação feminina. E depois de uns 30 minutos, cansada, relaxada, descansei, e o chamei para aninhar ao meu lado, e ficamos ali por um bom tempo. Depois mandei ele se vestir, e dei minhas calcinhas e as cordas usadas para ele lavar!







quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Fortaleza - A FESTA



           Feriado foi meu dia de praia, fazia muito tempo que eu não ia a praia, e a Beth me fez o convite e formos todos a praia, eu a Beth e o escravo dela o Roger, e a família dele, um dia quente, com sol, chuva, e até meio nublado em alguma parte, o mar estava bem brabo, pois apesar da areia estar cheia de gente, a água estava bem vazia, com pouquissimas pessoas se arriscando a entrar no mar, e eu que não peixe, apenas molhei os pés, passamos o dia na praia. e foi tão bom, tão relaxante, que neste dia não teve brincadeira, mas um bom dia de sol!


          A minha amiga Beth fez uma festa para me homenagear, e foi uma festa linda. Neste dia tivemos vários preparativos, a casa foi toda arrumada para a festa, as fotos que irei mostrar foi antes do evento, pois não tirei fotos durante a festa, para preservar a privacidade dos participantes. Mas conheci pessoas ótimas, que vivem o bdsm, pessoas novas que praticam a pouco tempo, e pessoa que o fazer a muito tempo, e todos o fazem com a mesma paixão e vontade que eu tenho. Abaixo tem o link da festa, no blog da Rainha Frágil.