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" Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento".
(Albert Eisten)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

INTENSO

E como melhor definiria o que aconteceu ontem.
Conheci um jovem rapaz de vitória, estudando nestas terras maranhenses, me mandou um e-mail perguntando se eu ainda estava aqui, achando que eu já tinha ido embora, e o mais estranho é que com este podo, foi tudo muito, muito rápido, e longo bem longo.
Trocamos e-mails no fim de semana, na segunda feira, começamos a conversar no msn, e como a connexão estava ruim, passamos para o telefone, um papo tão delicioso, cheio de sadismo, momentos lúdicos, e tudo mais, conversamos sobre e pasmem por 4:13:07 horas, isso mesmo quatro horas, treze minutos e sete segundos, foi o que eu telefone disse depois que o desliguei mais de uma da manhã, e acabamos marcando para o dia seguinte, e ainda ficamos trocando mensagens via telefone, durante o dia, a previa do que vai acontecer sempre dá algum deleite.
   Na hora marcada, ele se atrasou poucos minutos, me ligou eu fiquei observando da janela do apart. conversamos por alguns minutos, era para sentarmos em frente alguma barraca de praia, e jogar conversa fora, para quebrar o gelo, mas mudei de ideia, falei para ele subir, ele que se dizia cara de pau, ficou acanhado, lindamente acanhado, sem saber como se portar, começamos a conversar, e fui dando algumas atividades para ele fazer, começamos com um café, mas uma coisa em comum com o podo ele adora café, o papo começou a fluir como no telefone, mandei que ele colocar algumas long neck no freezer, e continuamos a conversar, iria demorar algumas horas para que elas ficassem no ponto de se beber, fechei a cortina, pois estávamos sendo observados, tirei sua blusa, coloquei prendedores de mamilos, uma coleira, deixei meus pés a mostra, e comecei a fazer bondage, penis, corpo, algemas de velcro, depois disso autorizei a beijar meus pés, foi divertido, ver ele se contorcendo para fazê-lo, eram grandes esforços rolando no chão, de um lado para outro, comecei a tirar os prendedores com meus pés. brincar com a minha palmatória de madeira, ele te uma linda bundinha branca, com o vermelho ficou ainda mais bela. Usei meu chicote algumas vezes, ele não era masoquista, então não pesei tanto a mão.
Mandei ele fazer algo para comermos, linguiça frita, a cerveja já estava gelada, fomos assistir um filme, o Juiz SM, estava na primeira garrafa, e mal tínhamos comido, o filme no começo, ele pega a corda, a gag, fica de joelhos, entrega na minha mão, e fala me imobiliza de novo, vou fazer valer a pena, aquele olhar de baixo para cima, atiçou a sádica dentro de mim, o deixei totalmente imobilizados, lhe coloquei a gag, fiquei com tesão, o beijei acariciei, e o joguei no chão.
deixei meus pés perto do seu rosto, peguei a palmatória e deixe sua bunda mais vermelha, teve uma hora que ele quase travou, acho que ficou pensando, o que é que eu fiz, pois não sendo masoquista, e eu totalmente sádica, não foi inteligente, mas adorei. e continuamos brincando, soltei a gag deixei que se fartasse com meus pés, não foi sacrifício nenhum, pois eu adoro podolatria, passamos da sala para o quarto, eu o puxando pelos cabelos, eu passei mais de 24 horas, deixando, ele excitado, e depois falando de assuntos corriqueiros para deixar o mais flácido, e foi assim durante as horas de conversa, e depois que chegou na minha casa, ele estava a ponto de explodir de vontade de gozar, coitando, foi divertido ver ele se contorcendo com a dor provocada, pela ereção  e pelo não gozo, até que eu o autorizei a gozar, mas se o fizesse tinha que limpar, com a língua, queria que ele se arrependesse de ter escolhido o gozo, da próxima tenho certeza que vai preferir ficar castro.
depois de algumas horas brincando (7), o levei para o chuveiro para me dar um bom banho, tem uma coisa maravilhosa neste apart, o chuveiro, igualzinho de motel. E com esta terra quente, é simplesmente refrescante.
Depois de tudo o que eu fiz, será que vou vê-lo de novo?

domingo, 4 de setembro de 2011

Me divertindo no Maranhão

A primeira vez que vim em São Luiz, odiei.
Odiei mesmo, era uma pousada linda por fora, igual as fotos do site, mas sabe aquela linda casa, que fica perto do mar, e foi transformada em pousada, até ai tudo bem, mas uma casa não tem tantos quartos assim então começam a fazer puxadinho, como diria Caco Antibes, puxadinho é coisa que pobre e não combinava com a casa, pois bem, eu cai em um destes puxadinhos, e com alguns defeitos, eu sentia as molas da cama barulhenta nas minhas costas, quase cai no banheiro, a televisão desligava a cada 10 minutos, não tinha restaurante perto, e o ar condicionado indispensável nesta cidade era um ACJ, ar condicionado de janela, que faz um barulho enssurdecedor, é claro fiquei de mal humor, tão de mal humor, que passei por todas as pousadas na orla procurando uma melhor que não percebi que o outro lado estava o mar, e não somente o mar, mas uma das mais lindas orlas que já vi, fiquei cega é claro. Não deixe que o mal humor lhe faça isso.
             Já na segunda vez fiquei no centro histórico de São Luiz, que é lindo, falta restauração, mas até eu que odeio andar a pé, fiz vários passeios por esta cidade, andando a pé pelo centro histórico.

            Mas vamos logo falar do assunto do titulo, eu achei que nem fosse me divertir em São Luiz, mas eu me diverti, encontrei um podo, ele se diz podo, mas acho que vai dar um ótimo escravo, eu brinquei bastante com ele. Apesar de ele ter me dado um bolo da primeira vez, fiquei irada é claro que isso teve castigo, fiz do podo meu escravo, me diverti com ele e com seu sofrimento, o amarrei, fiz uma bondage bem apertada em seu ´pênis e saco, passei por trás da bunda e amarrei no pescoço para ficar dolorido abaixar para beijar meus pés. Coloquei prendedores de mamilos, e pregadores no penis, Muitos diriam que o castigo foi grande, ainda mais para um podo, mas eu prefiro os submissos não masoquistas, é divertido fazer eles sofrerem, apenas pelo prazer da entrega, ou pelo desejo.
           Acho que se ele for um homem corajoso, será um bom escravo, adestra-lo vai me dar prazer e me distrair nesta cidade quente.
           Prometo contar a próxima brincadeira.